28 gennaio 2015

Conheça a história do Hospital Dr. Cândido Junqueira que comemora 60 anos de existência em 2015

O desejo de trazer as irmãs de São Camilo para tomar conta do Hospital de Cruzília, surgiu quando a cruziliense Adalgiza Mori Ferreira, fez uma operação na cidade de Varginha (MG), na tentativa de solucionar um câncer no seio.
Durante o tempo que ficou internada no hospital da cidade, conheceu uma senhora que lhe deu uma revista. Nas páginas do exemplar, Adalgiza tomou conhecimento da existência e do trabalho realizado pelas Irmãs de São Camilo na área da saúde.
Quando ela retornou a Cruzília, procurou o vigário da cidade, que na época era o padre José Geraldo Arantes e pediu a ele autorização para trazer as irmãs filhas de São Camilo para conhecer o hospital da cidade, que era muito pequeno e que ficava fechado por falta de mão de obra e custo alto. Arantes autorizou e logo as irmãs vieram a Cruzília.
Não demorou, o sonho se tornou realidade. O terreno onde se encontrava o pequeno hospital da cidade foi doado às irmãs de São Camilo por Adeodato dos Reis Meirelles, com a condição de que o novo Hospital recebesse o nome do advogado, Cândido Junqueira.
O local passou por reforma e em 13 de setembro de 1950, o prédio primitivo do hospital foi inaugurado, porém a instituição começou a funcionar em 14 de agosto de 1955 e no dia 15 de agosto de 1955 a instituição de saúde recebeu seu primeiro paciente. Somente em 1957, as irmãs receberam das mãos de Adeodato dos Reis Meirelles a escritura do terreno.
A população de Cruzília ajudou direta e indiretamente o Hospital. Todo enxoval da instituição, material de cozinha e móveis foram doados pelas pessoas da cidade.
O Hospital Dr. Cândido Junqueira começou a funcionar com a supervisão da irmã Cecília Uliana e com o trabalho dos médicos, José Maria Nunes Maciel (Ginecologista), José Manoel Nunes Maciel (Pediatra e Clínico Geral) e José Orígenes Penha (Pediatra e Anestesista) que sempre deram apoio e atenção a todos.
Em 1957, foi nomeada para fins civis a primeira diretoria da instituição, que foi composta: Padre Geraldo José Arantes, provedor; Sebastião Samuel Ribeiro, secretário; José Maria dos Reis Meirelles, tesoureiro; Adeodato dos Reis Meirelles, conselheiro; Edmundo Azevedo Junqueira, conselheiro; Pedro Ferreira de Souza, conselheiro e José Origines Penha, diretor Clínico.
Nesta mesma época foi criado pela diretoria, o primeiro estatuto do Hospital, que foi devidamente registrado no cartório do 1º Ofício da Câmara de Baipendi, na página 208.
O Hospital Dr. Cândido Junqueira é o terceiro em ordem de fundação no Brasil. A principio a instituição de saúde era pequena, tinha apenas 5 quartos e capacidade para atender aproximadamente 5 pacientes. 
Em 15 de agosto de 2015, o Hospital Dr. Cândido Junqueira, comemora  seis décadas de existência. Hoje a instituição continua sendo referência na região e conhecida pelo bom atendimento dos profissionais, pela limpeza e organização, que são empencáveis e pelo amor e carinho que as Irmãs Filhas de São Camilo oferecem aos pacientes. 
Atualmente, o Hospital possui 66 leitos, sendo um semi-intensivo, que é monitorado 24h é utilizado por pacientes que estão em estado grave.
Um Centro Cirúrgico com equipamentos modernos equipe de enfermagem e anestesista, o que permite a realização de mais de 60 tipos de cirurgias na instituição. Atualmente, o Hospital conta com um corpo clínico de alta qualidade e de várias especialidades, como: neurologista, cardiologista, urologista e proctologista.
Há aproximadamente três anos todos os exames de radiologia geral, ultrassonografia, mamografia e tomografia passaram a ser digitalizados. O que tornou mais ágil e cômoda realização dos exames. Mensalmente são feitos no hospital em média, 200 radiografias, 120 mamografias, 200 ultrassonografias e 50 tomografias. È importante ressaltar que o Hospital também oferece os exames de endoscopia, colunoscopia, mamografia e eletroencefalograma.
Além disso, um novo Pronto Socorro e Centro Cirúrgico estão sendo construídos para melhor o atendimento a população. A construção somente foi possível graças ao convênio que a instituição de saúde firmou com o Governo de Minas Gerais no valor de R$ 807.601,47. A previsão é de que a obra seja finalizada em breve.
No ano de 2013, o Hospital de Cruzília recebeu 7.275 pacientes, desse total 2074 foram internados, 2007 receberam alta e 67 morreram. No mesmo ano 243 crianças nasceram. 58 através do Parto Normal e 185 por meio de cesariana.
Em comemoração aos 60 anos de existência do Hospital Dr, Cândido Junqueira vamos lançar em breve um livro que conta e resgata a história da instituição de saúde. Em breve daremos mais informações sobre o assunto.

Legenda foto1:
Irmãs Cecília Uliana, Emiliana Zam e Albertina juntamente com Dr. José Maria Nunes Maciel, Dr. José Manoel Nunes Maciel, José Orígenes Penha, Saulo Magalhães de Sá e Sebastião Massafera (Tião Grota)
Legenda foto 2:
Logomarca desenvolvida em homenagem aos 60 anos de fundação do Hospital de Cruzília; 


Messaggio del Consiglio Episcopale Permanente per la 19a Giornata mondiale della vita consacrata (2 febbraio 2015)

Portate l’abbraccio di Dio

L’Anno della vita consacrata, che papa Francesco ha indetto a cinquant’anni dal decreto conciliare Perfectae caritatis, acquista una singolare risonanza nella prossima Giornata mondiale della vita consacrata, che celebriamo il 2 febbraio. 
Ogni anno in tale contesto contempliamo il mistero della Presentazione di Gesù al tempio. E proprio dal racconto dell’evangelista Luca vogliamo prendere la prima parola su cui fermarci insieme: “I miei occhi hanno visto la tua salvezza, preparata da te davanti a tutti i popoli” (Lc 2,30-31). Non è forse questo che la nostra gente chiede alle persone consacrate? Occhi che sappiano scrutare la storia guardando oltre le apparenze spesso contraddittorie della vita, che lascino trasparire vicinanza e possibilità nuove, che illuminino di tenerezza e di pace. È questo che contraddistingue chi mette la propria vita nelle mani di Dio: uno sguardo aperto, libero, confortante, che non esclude nessuno, abbraccia e unisce. “Davanti a tutti i popoli” è l’orizzonte dell’amore e dell’offerta di sé che è chiesto ai consacrati e che essi testimoniano.
È vero quello che scrive papa Francesco nella sua Lettera a tutti i consacrati: “Dove ci sono i religiosi c’è gioia”. Ciò accade perché essi riconoscono su loro stessi, e in tutti i luoghi e i momenti della vita, l’opera di un Dio che ci salva con gioia. La stanchezza e la delusione sono esperienze frequenti in ciascuno di noi: benedetti coloro che ci aiutano a non ripiegarci su noi stessi e a non rinchiuderci in scelte comode e di corto respiro.
Rallegriamoci dunque per la presenza delle consacrate e dei consacrati nelle nostre comunità. Facciamo festa con loro, ringraziando per una storia ricca di fede e di umanità esemplari e per la passione che mostrano oggi nel seguire Cristo povero, casto, obbediente. 
I Vescovi italiani ripongono grande fiducia in voi, sorelle e fratelli carissimi, soprattutto per il contributo che potete offrire a rinnovare lo slancio e la freschezza della nostra vita cristiana, così da elaborare insieme forme nuove di vivere il Vangelo e risposte adeguate alle sfide attuali.
“Mi attendo che svegliate il mondo”, dice ancora papa Francesco nella sua Lettera. “Mi attendo non che teniate vive delle ‘utopie’, ma che sappiate creare ‘altri luoghi’, dove si viva la logica evangelica del dono, della fraternità, dell’accoglienza della diversità, dell’amore reciproco. Monasteri, comunità, centri di spiritualità, cittadelle, scuole, ospedali, case-famiglia e tutti quei luoghi che la carità e la creatività carismatica hanno fatto nascere, e che ancora faranno nascere con ulteriore creatività, devono diventare sempre più il lievito per una società ispirata al Vangelo, la ‘città sul monte’ che dice la verità e la potenza delle parole di Gesù” (Lettera a tutti i consacrati, II,2). È una grazia che chiediamo per tutti in questo Anno della vita consacrata.
Desideriamo intensamente che in questa occasione risalti con chiarezza il valore che la vita consacrata riveste per la Chiesa e anche per il mondo. La scelta della castità consacrata, che si sostiene e alimenta solo in Dio, non è una fuga dalle responsabilità della vita familiare, ma testimonia la via di una diversa fedeltà e fecondità, con cui le persone consacrate si legano all’amore assoluto di Dio per ogni uomo affinché nessuno vada perduto. Allo stesso modo, i consigli evangelici della povertà e dell’obbedienza testimoniano, in un mondo tentato dall’individualismo egoista, che si può vivere conformati in tutto a Cristo, così da ordinare all’intimità con Lui il proprio rapporto con se stessi, con gli altri e con le cose. Da questa radice sboccia l’esperienza gioiosa della fraternità, sogno di Dio per l’umanità intera. Anche questa è profezia: grazie allo Spirito di Gesù, possiamo vivere gli uni per gli altri, nella ricerca del bene comune e nell’accoglienza delle differenze. Rovesciando così numerosi criteri e parametri che sembrano insuperabili nel loro dividere l’umanità in fortunati e sfortunati, degni di vivere e condannati a soccombere, integrati ed esclusi, la vita consacrata mostra come la verità del potere sia il servizio, la verità del possesso sia la custodia e il dono, la verità del piacere sia la gratuità dell’amore. E la verità della morte sia la Risurrezione.
Per una felice coincidenza, in questo anno giunge a compimento anche il cammino che vede la Chiesa che è in Italia avviata verso il 5° Convegno ecclesiale nazionale, che si celebrerà a Firenze dal 9 al 13 novembre 2015 sul tema “In Gesù Cristo il nuovo umanesimo”. Per vocazione e missione  i consacrati sono chiamati  a frequentare le “periferie” e le “frontiere” dell’esistenza, dove si consumano i drammi di un’umanità smarrita e ferita. Sono proprio le persone consacrate, spesso, il volto di una Chiesa capace di prendersi cura e ridonare dignità a esistenze sfruttate e ammutolite, a relazioni congelate e spezzate, perché la persona sia rimessa al posto d’onore riservatole da Cristo. L’opera di tante persone consacrate  diventi sempre più il segno dell’abbraccio di Dio all’uomo e aiuti la nostra Chiesa a disegnare il “nuovo umanesimo” cristiano sulla concretezza e la lungimiranza dell’amore.
L’Anno della vita consacrata – è bene sottolinearlo – non riguarda soltanto le persone consacrate ma l’intera comunità cristiana, e il nostro desiderio è che costituisca una propizia occasione di rinnovamento e di verifica per i singoli Istituti così come per le diverse realtà ecclesiali. Il segno che avremo saputo cogliere la grazia in esso contenuta sarà la crescita della comunione e della corresponsabilità nella missione fino agli estremi confini dell’esistenza e della terra.
Con questo auspicio rinnoviamo la profonda stima e gratitudine a tutte le persone  consacrate, sentinelle vigili che tengono accesa la memoria di Cristo nelle notti fredde e oscure del tempo, splendida ricchezza di maternità e di paternità spirituali, che rendono visibile e desiderabile la bellezza di appartenere totalmente a Cristo e alla sua Chiesa. 

Roma, 26 gennaio 2015
Memoria dei Santi Timoteo e Tito

IL CONSIGLIO PERMANENTE
DELLA CONFERENZA EPISCOPALE ITALIANA 


26 gennaio 2015

Incontro inter-Congregazionale Camilliano tra padre Leocir Pessini (Camilliani), madre Zelia Andrighetti (Figlie di San Camillo), madre Lauretta Gianesin (Ministre degli Infermi) e i rispettivi Consigli Generali

Messaggio ai Confratelli e Consorelle Camilliani/e


VIVERE LA MISTICA DELL’INCONTRO
PER ESSERE DONNE ED UOMINI DI COMUNIONE
Sotto il segno della nostra personale diversità di origine, di età e di vita, ma accomunati dal dono del Signore, nella nostra vocazione camilliana, sabato 24 gennaio 2015, abbiamo vissuto un momento storico – impegnandoci perché sia il primo di molti altri! – di fraternità, di maggiore conoscenza reciproca e di condivisione delle nostre attese, progetti e sfide, presso la Casa Generalizia delle suore Ministre degli Infermi (Roma).


In noi è forte il desiderio di servire sempre meglio il Signore nella nostra consacrazione di cura dei malati e di coloro che li assistono: siamo stati scelti dagli ambiti più vari di ministero per cominciare ad imparare e a crescere nel servizio di coordinamento e di animazione dei nostri confratelli e consorelle.

Raccogliamo e condividiamo alcuni sane provocazioni di rinnovamento per la nostra vocazione religiosa che papa Francesco ci lancia in concomitanza con l’Anno dedicato alla Vita Consacrata:

  • la memoria grata del nostro passato da ricordare e da raccontare per tenere viva la nostra identità; 
  • il “fuoco misterico” del nostro carisma filtrato dalla vita dei nostri Fondatori fatta di gioie e speranze, di dolori e prove, da vivere nel presente-kairos con compassione samaritana;
  • il nostro futuro da progettare con speranza e da desiderare nel segno dell’unità e della collaborazione – risorse umane, intellettuali, ministeriali, spirituali, formative, gestionali, momenti di spiritualità e di preghiera – per rinsaldare l’unità della grande famiglia di san Camillo e il nostro senso di appartenenza ad essa.

In una società della difficile convivenza tra culture diverse e delle disuguaglianze, siamo chiamati ad offrire un modello concreto di comunità, per diventare “esperti di comunione”, a passi piccoli ed umili, decisi ed essenziali, docili alla profezia e coraggiosi per rispondere con realismo e sincerità ai segni dei tempi, resilienti nelle prove, duttili e generosi nelle richieste di salute e di salvezza delle “periferie”, con realistica fantasia per maturare noi servendo i più bisognosi. Siamo chiamati ad essere anzitutto donne e uomini di comunione, rendendoci presenti con coraggio là dove vi sono differenze e tensioni, con il proposito di diventare segno credibile della presenza dello Spirito che infonde nei cuori la passione perché tutti siano una sola cosa (cfr. Gv. 17,21).
Per dare continuità e concretezza a questo primo raduno ed organizzare i prossimi incontri, p. Leocir Pessini – Superiore generale dei Camilliani – madre Zelia Andrighetti – Superiora generale delle Figlie di San Camillo – e madre Lauretta Gianesin – Superiora generale delle suore Ministre degli Infermi – si sono già accordati tra loro e con i rispetti consigli generali, ed hanno definito una piccola commissione di raccordo e coordinamento – con un rappresentante per ciascun istituto – che possa già concordare la data e il tema del prossimo incontro, studiare forme concrete di collaborazione nei vari ambiti identificati e garantire maggiore comunicazione tra i nostri Istituti!

Maria Madonna della Salute, San Camillo, il beato Enrico Rebuschini, la beata Giuseppina Vannini, il beato Luigi Tezza, la beata Maria Domenica Brun Barbantini e i nostri Martiri della Carità, continuino ad accompagnarci, sostenerci e provocarci con la loro testimonianza di vita!

            Roma – sabato, 24 gennaio 2015





Scarica qui il messaggio in FRANCESE e in SPAGNOLO in formato PDF
http://www.camilliani.org/wp-content/uploads/2015/01/Rencontre-fraternelle-fr.pdf
http://www.camilliani.org/wp-content/uploads/2015/01/Mensaje-Encuentro-Sup.pdf

Presso dal sito camillani.it

24 gennaio 2015

Settimana di preghiera per l'unità dei cristiani. Abbazia di San Nilo a Grottaferrata, vespri con la presenza del corpo della Beata Maria Gabriella.

Si è celebrato lo scorso anno il primo Centenario della nascita della Beata Suor Maria Gabriella Dell’Unità (1914-2014), vissuta negli ultimi anni della sua vita presso il Monastero Trappista attiguo alla Parrocchia di San Giuseppe di Grottaferrata.
Il corpo della religiosa, originaria di Dorgali in Sardegna e morta nel 1939 nella cittadina criptense, sarà trasportato dalla cittadina viterbese di Vitorchiano presso il Monastero Esarchico di S. Maria di Grottaferrata il giorno Sabato 24 gennaio 2015.
All’arrivo della preziosa Urna previsto intorno alle ore 15.30 presso il complesso abbaziale di S. Nilo, si svolgerà un momento di preghiera ecumenica con celebrazione dei Vespri. A seguire, alle ore 16.30, avrà inizio la Processione del corpo in direzione della Parrocchia di San Giuseppe a Squarciarelli, guidata dal Vescovo Mons. Raffaello MARTINELLI e l’Egumeno dell’Abbazia di S. Nilo Padre Michel VAN PARYS.
Alle funzioni religiose parteciperanno tutti e tre i Parroci della cittadina, mons. Pierguido PERUZZI di San Giuseppe, Mons. Claudio CIRULLI del Sacro Cuore di Gesù e don James EDASSERY di S. Pio X e di S. Camillo De Lellis, nonché le autorità militari e civili con il Sindaco Giampiero FONTANA e l’Amministrazione Comunale.

Ecco le foto della nostra partecipazione!

























Per saperne di più: 
http://www.trappistevitorchiano.it/storia-beata-maria-gabriella.asp

19 gennaio 2015

IL PAPA IN TACLOBAN CITY 17 GENNAIO 2015

TACLOBAN CITY, Philippines (Reuters) - An emotional Pope Francis, wearing a plastic poncho over his vestments to protect him from the wind and rain on Saturday, comforted survivors of Typhoon Haiyan, the Philippines' worst natural disaster that killed about 6,300 people 14 months ago.
"I would like to tell you something close to my heart," he told the crowd as strong wind whipped the area, putting aside his prepared homily to deliver a moving, impromptu address.
"When I saw from Rome that catastrophe, I felt that I had to be here. On those very days I decided to come here. I am here to be with you. Perhaps a little late, I have to say, but I am here," he told emotional worshippers.
Tens of thousands of people wearing yellow raincoats cheered when Francis emerged from his plane in the coastal city of Tacloban, 650 km (400 miles) southeast of Manila. The strong wind blew the white skull cap from Francis' head and rippled his white cassock as he disembarked.
The plane carrying the Pope from Manila left early in order to get to Tacloban because of the bad weather, and was due return to the capital several hours earlier than scheduled.
Worshippers, many with tears in their eyes, stood amid puddles in a mud-soaked field as the pope comforted them.
He said he "respected the feelings" of those who felt they had been let down by God because of the disaster but implored them to move forward in their faith.
"Many of you have asked the Lord, 'Why?' And to each of you the Lord is responding to your hearts from his heart ... so many of you have lost everything. I don't know what to say to you but the Lord does know what to say to you," he said.
Nearly 3,000 victims are buried in the city's almost half-hectare mass grave site. Hundreds are still unaccounted for.
He asked the crowd to hold a moment of silence for the victims and thanked all those who helped the survivors of the worst recorded storm ever to make landfall.
"This is what comes from my heart and forgive me if I have no other words to express," Francis said.
"HEROIC STRENGTH"
Saturday's storm was an eerie reminder of Haiyan, which hit the same area with 250 kph (155 mph) winds and created a seven-metre high storm surge, wiping out almost everything in its path when it swept ashore on Nov. 8, 2013.
Speaking at the presidential palace on Friday, the Pope admired the "heroic strength, faith and resilience" shown by the Philippines as well as the solidarity people demonstrated after the typhoon.
The storm destroyed around 90 percent of the city of Tacloban in Leyte province. More than 14.5 million people were affected in six regions and 44 provinces. About one million people remain homeless.
The government estimates it needs almost 170 billion pesos ($3.8 billion) to rebuild the affected communities, including the construction of a four-metre high dike along the 27-km (17 miles) coastline to prevent a repeat of the disaster.
Francis did not mention climate change in either his prepared homily or his impromptu remarks.
However, the Pope waded into the climate change debate on Thursday, telling reporters that he believed that man was primarily responsible for climate change and that he hoped this year's U.N. climate meeting in Paris would take a courageous stand to protect the environment.
The Pope said his long-awaited encyclical on the environment was almost finished and that he hoped it would be published in June, ahead of the U.N. conference in November.

(Additional reporting by Neil Jerome Morales and Rosemarie Francisco in Manila; Editing by Jeremy Laurence and Paul Tait)

Guardate questo sito si vede il filmato di quando Papa Francesco arriva nella chiesa di Tacloban, all'inizio sulla sinistra dell'immagine si può vedere le nostre sorelle che sono andate a Palo per l'occasione, in particolare Sr. Claret (1:56)

Clicca: https://anc.yahoo.com/video/pope-leads-singing-happy-birthday-061443802.html




Materiale inviato dalle nostre sorelle!

25 things the Pope said today that totally made sense (16/01/2015)

Pope Francis has been in the Philippines for less than 24 hours and we already got so many inspiring quotes from him. 

1. “I admire heroic strength, faith and resilience of Filipinos in the face of disasters.”
2. Filipino virtues are “rooted in hope and solidarity instilled by Christian faith.”
3. Modern society should be “respectful of authentic human values, protective of our God-given dignity and rights...’
4. Modern society should be “ready to confront new and complex political and ethical questions.”
5. “Political leaders must be outstanding for honesty, integrity and commitment to common good.”
6. Essential to nation-building “is the moral imperative of ensuring social justice and respect for human dignity.”
7. The great biblical tradition enjoins on all peoples the duty to hear the voice of the poor.
8. “Like all God’s gifts, the family can be disfigured and destroyed.”
9. “It is difficult in democracies today to protect and defend human dignity, religious freedom and right to life of unborn and elderly.”
10. “Philippines plays important role in fostering understanding and cooperation in Asia.”
11. “Filipinos of the diaspora have made real contributions to life and welfare of societies where they live.”
12. “Filipinos have rich cultural and religious heritage … that could be used for integral human development.”
13. “Just solutions to Mindanao issue must be in accord with nation’s founding principles and respectful of inalienable rights.”
14. Mindanao solution should respect “inalienable rights … of indigenous peoples and religious minorities.”
15. Philippine Church must do examination of conscience and “embrace path of constant conversion.”
16. There’s “great danger” for Church of a “certain materialism which can creep into our lives and compromise the witness we offer.”
17. “Only by becoming poor ourselves, by stripping away our complacency, will we be able to identify ourselves with poor.”
18. Church must proclaim “radicalism of Gospel in a society grown comfortable with social exclusion, polarization & scandalous inequality.”
19. Pope to young priests, religious, seminarians: Proclaim joy of Gospel to “confused and despondent” young people.
20. Church must proclaim “beauty and truth of Christian message to society tempted by confusing representations of sexuality, marriage and family.”
21. “It is in the family that we first learn how to pray … to grow into men and women of faith.”
22. “Pressures on family life today many: economic situation, job migration, poverty... materialism and lifestyles destructive of family life and most basic demands of Christian morality.”
23. Family life is threatened by “growing efforts...to redefine institution of marriage, by relativism, by culture of the ephemeral, lack of openness to life.”
24. “Our world needs good and strong families to overcome threats to family life.”
25. “Protect your families … Be sanctuaries of respect for life.”
Inviato dalle nostre sorelle che hanno partecipato  
GRAZIE MILLE!!!!