27 agosto 2014

Conheça a história do Hospital Dr. Cândido Junqueira (2a. parte)



A história do Hospital de Cruzília teve inicio quando a cruziliense Adalgiza Mori Barros foi para a cidade de Varginha, localizada no Sul de Minas para realizar uma cirurgia em função de um câncer no seio. Durante sua estadia no hospital de Varginha, uma senhora emprestou para Adalgiza uma revista, chamada “A Cruz Vermelha”, onde ela conheceu o trabalho realizado pelas Irmãs Filhas de São Camilo na área da saúde.
 



Adalgiza ficou encantada com o trabalho realizado pelas irmãs e logo que voltou para Cruzília, entrou em contato com o vigário do município, que na época era o Padre José Geraldo Arantes, com o objetivo de solicitar a ele autorização para trazer as Irmãs Filhas de São Camilo para conhecer o hospital da cidade, que era pequeno e que ficava fechado por falta de mão de obra e pelo custo alto. O vigário autorizou a vinda das irmãs que logo visitaram Cruzília.
Não demorou, e as religiosas, através da Associação das Filhas de São Camilo, assumiram a responsabilidade sobre o Hospital de Cruzília. O terreno onde se encontrava a pequena instituição de saúde foi doado às irmãs de São Camilo por Adeodato dos Reis Meirelles, com a condição de que o novo Hospital recebesse o nome do advogado, Cândido Junqueira.
O local passou por reforma e em 13 de setembro de 1950, o prédio primitivo do hospital foi inaugurado, porém a instituição começou a funcionar em 14 de agosto de 1955 e somente em 1957, as irmãs receberam das mãos de Adeodato dos Reis Meirelles a escritura do terreno.
A população do município ajudou direta e indiretamente o Hospital. Todo enxoval da instituição, material de cozinha e móveis foram doados pelas pessoas da cidade. O Hospital Dr. Cândido Junqueira começou a funcionar com a supervisão da irmã Cecília Uliana, uma das 5 primeiras Imãs Filhas de São Camilo, que fez parte da fundação da Congregação das Filhas de São Camilo no Brasil, e com o trabalho dos médicos José Maria Nunes Maciel (Ginecologista), José Manoel Nunes Maciel (Pediatra e Clínico Geral) e José Orígenes Penha (Pediatra e Anestesista) que sempre deram apoio e atenção a todos.
Em 1957, foi nomeada para fins civis a primeira diretoria da instituição, que foi composta: Padre Geraldo José Arantes, provedor; Sebastião Samuel Ribeiro, secretário; José Maria dos Reis Meirelles, tesoureiro; Adeodato dos Reis Meirelles, conselheiro; Edmundo Azevedo Junqueira, conselheiro; Pedro Ferreira de Souza, conselheiro e José Origines Penha, diretor Clínico.
Nesta mesma época foi criado pela diretoria, o primeiro estatuto do Hospital, que foi devidamente registrado no cartório do 1º Ofício da Câmara de Baependi, na página 208. 
Com o passar dos anos a instituição foi se desenvolvendo, novos profissionais começaram a trabalhar no Hospital e novos serviços passaram a ser oferecidos a população de Cruzília e região.

Devido a essa evolução, o Hospital passou a receber pacientes da região e a ficar conhecida pelo seu bom atendimento aos doentes, pela organização e limpeza e pelo profissionalismo de seu corpo clínico.
Hoje, aos 59 anos de existência, o Hospital possui 66 leitos, sendo um semi-intensivo, que é monitorado 24h e é utilizado por pacientes que estão em estado grave.
Um Centro Cirúrgico com equipamentos modernos equipe de enfermagem e anestesista, o que permite a realização de mais de 60 tipos de cirurgias na instituição. 
Atualmente, a instituição conta com um corpo clínico de alta qualidade e de várias especialidades, como: neuologista, cardiologista, urologista e proctologista e outros. 
Há aproximadamente dois anos todos os exames de radiologia geral, ultrassonografia, mamografia e tomografia passaram a ser digitalizados. O que tornou mais ágil e cômoda realização dos exames. Mensalmente são feitos no hospital em média, 200 radiografias, 120 mamografias, 200 ultrassonografias e 50 tomografias. È importante ressaltar que o Hospital também oferece os exames de endoscopia, colonoscopia e eletroencefalograma.
Além disso, um novo Pronto Socorro e Centro Cirúrgico estão sendo construídos para melhorar o atendimento a população. A previsão é de que a obra seja finalizada em breve.
 








No ano de 2013, o Hospital Dr. Cândido Junqueira recebeu 7.275 pacientes, desse total 2074 foram internados, 2007 receberam alta e 67 morreram. No mesmo ano 243 crianças nasceram. 58 através do Parto Normal e 185 por meio de cesariana.

26 agosto 2014

O Hospital Dr. Candido Junqueira celebra 59 anos de serviço (1a. parte)



 No dia 15 de agosto, foi celebrado os 59 anos de existência do Hospital Dr. Cândido Junqueira e da vinda das Irmãs Filhas de São Camilo para Cruzília. 


Esta data especial foi comemorada no dia 16, com celebração da Santa Missa na Igreja Matriz e posteriormente inauguração do novo refeitório do Hospital.


 

A missa foi celebrada por padre Enderson Hebert de Souza e contou com a presença da comunidade, das Irmãs Filhas de São Camilo e de funcionários do Hospital de Cruzília.

Durante a celebração, que abordou a ascensão, padre Enderdon destacou a importância do trabalho desenvolvido na cidade pelas Irmãs Filhas de São Camilo e da atitude que elas têm, assim como Maria cuidar do próximo principalmente nos momentos de sofrimento.Ele também falou sobre a importância do Hospital Dr. Cândido Junqueira para a população de Cruzília e região.
No momento da comunhão as irmãs subiram ao altar e puderam comungar as duas espécies, o pão e o vinho.
 


Ao final da cerimônia religiosa, padre Enderson convidou as Irmãs Filhas de São Camilo e os funcionários do Hospital Dr. Cândido Junqueira para receberem a benção especial  e os parabéns pela data comemorativa.

 

25 agosto 2014

Grottaferrata: Festa onomastica della Superiora Sr. Rosanna

Santa Messa presieduta dal Padre Prospero (cappuccino), nostro cappellano, con la presenza di sorelle di varie comunità. 
Alla carissima sup. Sr. Rosanna, i nostri auguri e la nostra preghiera affinché il Signore, per intercessione di Santa Rosa da Lima, la benedica ed assista nella sua delicata missione.
Alla fine della celebrazione abbiamo pregato tutte insieme questa preghiera:
"Il Signore Gesù disse ai discepoli: ma voi, chi dite che io sia?" (Mt 16,15), e ancora oggi ci poni questa domanda. Fa', o Signore, che il nostro cuore risponda con sincerità e semplicità guardano le radici del nostro incontro con Te, l'impronta che hai lasciato nella nostra vita, il momento in cui hai bussato alla nostra porta e ti abbiamo accolto. Solo così saremo beati, come Simon Pietro, "perché né carne, né sangue te l'hanno rivelato, ma il padre mio che è nei cieli" e accanto a noi. 
della Domenica. Periodico religioso n. 3 -2014- 


23 agosto 2014

Campo Estivo Parrocchia San Camillo. IV Parte Pellegrinaggio a La Verna

Giornata Penitenziale. La libertà dal Peccato
Siamo partiti in mattinata con gli zaini pieni e la voglia di capire quel che voleva il Signore in quella giornata tutta speciale...
durante il viaggio i girasoli cercavano il sole... quello che noi stavamo per trovare dopo...
All'arrivo già il silenzio ci aspettava e ci predisponeva all'ascolto della bellezza e della santità del luogo



















per saperne di più visita il sito: http://www.santuariolaverna.org/storia.htm

 nel cammino i segnali ci indicavano come predisporci...  
nel piazzale ci aspettava Padre Mario che con parole semplici ha spiegato la grandezza e la santità che si trovano nel santuario...
e tutti, con attenzione, ascoltavano come Francesco arrivò lì per cercare Dio più da vicino partendo da Assisi...
Padre Mario ci diceva: "la libertà non è semplicemente fare quello che uno vuole ma è amare; una persona che ama è una persona che non dipende da nessuno e che è capace di gestirsi totalmente perché totalmente si vuole donare agli altri...".
Francesco cercava nella solitudine... e pregando nella spaccatura della roccia pensava alle ferite del Signore... voleva essere più vicino per sentire il cuore di Gesù...
Luogo dove Francesco pregava
Salendo ci ha domandato: "cosa porteresti in uno zaino?... le cose per vivere...l'acqua, pane...ecc, rispondevano i ragazzi; "allora quando una persona fa una camminata faticosa e sale su un monte porta dentro uno zainetto cose essenziali, questo significa che dentro non si mette le cose inutili che non servono, perché? perché sono troppo pesanti, allora la vita e la libertà  sono come una persona che sale su una montagna  con lo zaino sulle spalle, per essere libera, per poter salire, deve lasciare tutto ciò che non le serve e portare con se le cose necessarie; questa è la libertà, come ha fatto Francesco quando salì sul monte della Verna portando con sè le cose importanti, (come ha detto Jacopo all'inizio) porta con sé la fede, il desiderio di conoscere il Signore, da cui era amato"
Padre Mario continua con il relato delle stigmate di Francesco....
guardate i filmati...
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Dentro del corridoio fatto per portare i pellegrini verso il luogo dove Francesco ha ricevuto le stigmate...
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 Paesaggio che si osserva dal posto dove stava Francesco
Questa placca di marmo segnala il posto esatto dove si trovava Francesco al momento di ricevere le stigmate 
Dopo il vespro i frati con il popolo, tutti i giorni, portano la croce in processione, 
dalla chiesa verso il luogo delle stigmate...
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Ecco il momento culminante della giornata: la confessione, con una carica in più... è la prima confessione del Padre Germano proprio con i suoi ragazzi che accompagna da 3 anni nella parrocchia, tutti si sono confessati... e il primo è stato il più piccolo del gruppo...
"Quando fai azioni sbagliate o cattive, cioè quando compi il peccato, non ti senti a posto, sei triste o anche angosciato. In alcuni casi il tuo peccato coinvolge anche altri, portando sofferenza anche a loro. Ogni tua azione ha sempre delle conseguenze ma Dio ci ama perché siamo suoi figli e ci perdona con il Sacramento della Riconciliazione" (dalla guida dei ragazzi)
Da questo meraviglioso posto e sotto lo sguardo di Gesù e San Francesco torniamo a casa con il cuore puro e lo zaino pieno delle cose essenziali.

ancora manca l'ultima parte: Chiusura del Campo......